Governo não vai prorrogar horário de verão

19 de Fevereiro de 2015
O governo decidiu não prorrogar o horário de verão. A decisão foi tomada 11/02 após reunião entre o ministro de Minas Energia, Eduardo Braga, e a presidente Dilma Rousseff. "Chegamos a conclusão, após avaliação bastante técnica, de que não devemos prorrogar. Portanto, no próximo dia 22 encerra-se a meida", disse Braga.
 
O motivo para manter o horário de verão em seu formato original, segundo ele, está nos limitados ganhos que essa medida traria. "Do ponto de vista da energia, parte do Brasil ficaria pela parte da manhã às escuras. Então teríamos mais consumo na parte da manhã", explicou.
 
Já na parte da tarde, de acordo com o ministro, poderia haver um ganho caso o horário de consumo mais intenso ainda fosse no fim da tarde, a partir das 18 horas, o que não vem ocorrendo. O forte calor acabou por trazer esse "horário de ponta" para o início da tarde, a partir das 14 horas, quando há um uso intenso de aparelhos de refrigeração.
 
"Outra questão é na aviação civil. Teríamos de fazer alguns ajustes e chegamos a conclusão que não teria ganhos ao cabo de todo o esforço", concluiu Braga. Na segunda-feira passada, Braga defendeu que o governo está "analisando a questão energética permanentemente". Ele afirmou ainda que o governo pensava em prorrogar o horário de verão por mais um mês na tentativa de economizar energia em um momento que o setor enfrenta dificuldades.
 
Reservatórios - Já a situação dos reservatórios de água brasileiros não deve apresentar melhoria substancial antes do final de 2016, segundo análises de longo prazo da Climatempo. O volume de chuvas deve ser limitado nesse período em função do resfriamento na temperatura do oceano Pacífico, tendência que será revertida somente entre o final de 2016 e 2017. O cenário a partir de 2017 apresenta melhorias em função do aquecimento das águas do Pacífico e do maior volume de chuvas.
 
O registro de longos períodos de chuva acima ou abaixo da média é usual e marcou as décadas de 1980 e 1990, com chuvas acima da média, e agora os primeiros anos do século 21, com chuvas abaixo da média. Concluído o atual ciclo de chuvas mais fracas, a situação volta a apresentar tendência de melhoria e posterior piora até o final da década de 2030. (FP e AE)
 
Fonte: Aço Brasil

Brasil fica em 5º como destino de investimentos

04 de Fevereiro de 2015

O Brasil sobe duas posições e termina 2014 como quinto maior destino de investimentos estrangeiros diretos no mundo, superando todos os países europeus. Os dados são da ONU e apontam que, pela primeira vez, a China superou os EUA e se transformou no maior receptor de investimentos do mundo.

 
A organização, porém, alerta que 2015 pode marcar uma queda importante de investimentos nos emergentes, principalmente aqueles que dependem de commodities e onde o crescimento do PIB sofreu um forte freio, como no Brasil.
 
De fato, os dados apontam que o volume total de investimentos enviados ao Brasil caiu de US$ 64 bilhões, em 2013, para US$ 62 bilhões, em 2014. A redução de 4%, porém, foi mais suave que a média mundial, de 8%. Entre 2012 e 2013, o Brasil também já tinha perdido outros 4%. A tendência de queda pode continuar em 2015.
 
No ano passado, empresas investiram US$ 1,26 trilhão, valor distante do pico de 2007, quando os investimentos diretos chegaram a US$ 1,9 trilhão. O ano de 2014 só não foi pior que 2009, quando os investimentos chegaram a US$ 1,1 trilhão. "Esse foi o segundo pior ano da crise", declarou James Zhan, diretor de Investimentos da Conferência da ONU para Comércio e Desenvolvimento (Unctad). Segundo ele, o Brasil "sofreu menos que os demais". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 
 
 
Fonte: Aço Brasil
 

Exportação de minério de ferro do Brasil bate recorde em dezembro

21 de Janeiro de 2015
O Brasil exportou um volume recorde de minério de ferro de 37,39 milhões de toneladas em dezembro, em meio a uma queda acentuada nos preços da commodity, apontaram nesta segunda-feira dados da Secretaria de Comério Exterior (Secex).
 
Em novembro, os embarques haviam sido de 25,96 milhões  de toneladas e em dezembro de 2013 o volume ficou em 31,81 milhões.
 
No acumulado de 2014, os embarques também foram recordes, atingindo 344,38 milhões de toneladas, alta de 4,5 por cento ante 2013.
 
O minério de ferro é a principal fonte de receita da brasileira Vale, maior produtora global da commodity, que ampliou sua capacidade de produção ao longo do ano passado.
 
Junto com outras grandes mineradoras, o aumento da produção da Vale contribuiu para uma queda dos preços globais do minério, com reflexos nas cotações registradas pela Secex.
 
A tonelada de minério de ferro foi exportada a 53,3 dólares em dezembro de 2014, praticamente a metade dos 100,8 dólares registrados um ano antes.
 
 
Fonte: ABCEM
 


anterior12345...2425próxima »