Produção brasileira de aço bruto apresenta aumento de 2,7% em outubro

19 de Novembro de 2014
A produção brasileira de aço bruto em outubro de 2014 foi de 3,1 milhões de toneladas, aumento de 2,7% quando comparada com o mesmo mês em 2013. Em relação aos laminados, a produção de outubro, de 2,1 milhões de toneladas, apresentou redução de 6,5% quando comparada com outubro do ano anterior. Com esses resultados, a produção acumulada em 2014 totalizou 28,6 milhões de toneladas de aço bruto e 20,9 milhões de toneladas de laminados, queda de 0,7% e 5,0%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2013.
 
Quanto às vendas internas, o resultado de outubro de 2014 foi de 1,8 milhão de toneladas de produtos, queda de 10,6% em relação a outubro de 2013. As vendas acumuladas em 2014, de 17,7 milhões de toneladas, mostraram queda de 8,7% com relação ao mesmo período do ano anterior. 
 
Apesar das condições adversas do mercado internacional, as exportações de produtos siderúrgicos em outubro atingiram 1,0 milhão de toneladas no valor de 665 milhões de dólares, devido, entre outros fatores, a religação do alto forno da ArcelorMittal Tubarão e as suas exportações de placas. Com esse resultado, as exportações até outubro de 2014 totalizaram 7,8 milhões de toneladas e 5,5 bilhões de dólares, representando alta de 13,6% em volume e um aumento de 17,6% em valor, quando comparados ao mesmo período do ano anterior.
 
No que se refere às importações, registrou-se em outubro o volume de 334 mil toneladas (US$ 345 milhões) totalizando, desse modo, 3,5 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos importados no ano, alta de 9,3% em relação ao mesmo período de 2013. 
 
O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos em outubro foi de 2,1 milhões de toneladas, totalizando 21,1 milhões de toneladas no período de janeiro a outubro de 2014. Esses valores representaram queda de 12,0% e 6,2%, respectivamente, em relação aos mesmos períodos do ano anterior.
 
Fonte: http://www.acobrasil.org.br/site/portugues/imprensa/noticias.asp?id=11913
 
 

Confiança da indústria sobe, mostra FGV na prévia do mês

05 de Novembro de 2014

 

 
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da sondagem de outubro ficou em 82,6 pontos, o que significa avanço de 1,8% em relação ao resultado final de setembro, que foi de 81,1 pontos, informou a Fundação Getúlio Vargas, nesta quinta-feira, 23. No mês passado, o ICI caiu 2,8%. Caso o resultado seja confirmado no fim do mês, será a primeira alta da confiança da indústria desde janeiro deste ano. A média histórica recente do indicador está em 104,1 pontos.
 
"A primeira variação positiva no ano seria determinada pela melhora das expectativas em relação aos meses seguintes", informou a FGV, em nota. A prévia de outubro demonstra que o Índice de Expectativas (IE) subiu 5,7%, para 86,6 pontos. Enquanto isso, o Índice da Situação Atual (ISA) recuou 2,1%, para 78,6 pontos, o menor nível desde março de 2009.
 
Nuci
 
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria atingiu 82,2% em outubro, segundo a prévia da FGV. O resultado, já livre de influências sazonais, é inferior ao apurado no resultado final da sondagem de setembro, que foi de 83,0%. A prévia dos resultados da Sondagem da Indústria abrange a consulta a 780 empresas entre os dias 02 e 20 deste mês. O resultado final da pesquisa referente a outubro será divulgado no próximo dia 29.
 
Fonte: http://bit.ly/1E54Jl6

Atividade industrial tem alta em dez regiões do país

22 de Outubro de 2014

A produção industrial brasileira cresceu em 10 de 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de julho para agosto. No caso de São Paulo, maior parque industrial do país, houve melhoras discretas na produção dos setores automotivo; alimentício e de coque, petróleo e derivados. Com isso, a atividade industrial paulista cresceu 0,8% em agosto na comparação com julho - principal fator que levou à expansão de 0,7% na produção industrial nacional, no mesmo período.

 
No entanto, os saldos positivos na maioria dos locais analisados e em São Paulo não deve ser alvo de comemoração, segundo Rodrigo Lobo, economista da coordenação da indústria do IBGE, porque 12 das 14 regiões registraram retração na atividade, na comparação com agosto do ano passado.
 
Ao mesmo tempo, as altas de produção anunciadas em agosto não recuperam quedas acumuladas, observadas em meses anteriores, nas regiões que tiveram saldo positivo na pesquisa mais recente. Na prática, avalia Lobo, o aumento na maioria das atividades mostra apenas "recuperação parcial" da indústria nacional, e não sinaliza retomada sustentável para a produção.
 
Entre os locais pesquisados pelo IBGE, a produção do Rio Grande do Sul. apresentou a mais intensa elevação na atividade industrial, entre as dez que mostraram alta na produção, com expansão de 4,2% em agosto ante julho, favorecida por melhora naos segmentos de bebidas e fumo, coque, derivados e petróleo e biocombustíveis.
 
No entanto, a indústria gaúcha representa apenas 6,4% do parque nacional e registrou, em relação a agosto do ano passado, recuo de 7,4% na atividade.
 
Ao mesmo tempo, Lobo chamou atenção para a trajetória da indústria de São Paulo, que representa 36% do total do parque nacional. A intensidade do aumento de 0,8% na produção industrial paulista foi inferior ao do recuo acumulado de 2,8% nos meses de junho e de julho, na atividade da região. "Ou seja, esse aumento em agosto não recuperou a perda observada em São Paulo nos meses anteriores. "
 
Segundo o economista do IBGE, a indústria do Estado de São Paulo ainda mostrou, em agosto, recuo de 8,6% na comparação com agosto do ano passado; queda de 5,7% no acumulado do ano até agosto; e de 3,6% em 12 meses até agosto.
 
Por outro lado, o IBGE também apurou recuos expressivos nas atividades industriais dos Estados do Amazonas (-4,5%), Bahia (-4,2%), Rio de Janeiro (-1,6%), além da região Nordeste (-1,2%), de julho para agosto. "No cenário regional, os resultados positivos podem ser considerados insuficientes para representar recuperação e para suplantar a perda observada nos meses anteriores a agosto", disse Lobo.
 
A posição do técnico combina com a análise do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) sobre o tema. Em relatório, a entidade observou que, apesar dos resultados positivos na produção industrial nacional em julho e em agosto - quando houve expansão de 0,7%, nos dois meses, respectivamente -, a indústria brasileira "vai mal" em 2014 e deve fechar o ano com declínio.
 
Fonte: http://www.acobrasil.org.br/site/portugues/imprensa/noticias.asp?id=11830
 


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